terça-feira, 13 de setembro de 2022

Um Outro Olhar Sobre a Adoração

"Ao Rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém" (1 Timóteo 1:17)

Durante anos a igreja falou muito sobre a santidade de Deus, a Sua justiça e a importância do temor a Deus. E quando você entrasse no santuário de uma igreja, você teria um tom reverente e uma atitude respeitosa.

Mas então houve uma mudança em outra direção, onde falamos mais sobre o amor de Deus, a misericórdia de Deus e o perdão de Deus. E acho que isso foi uma coisa boa.

Minha pergunta é: Fomos longe demais nessa outra direção em alguns aspectos? Não deveríamos falar sobre ambos?

Devemos falar sobre um Pai amoroso, gracioso e perdoador que anseia por um relacionamento conosco, mas sem deixar de lado o fato de que Ele também é santo e justo. Tudo isso é importante. O próprio Senhor diz: "Sejam santos, porque eu sou santo" (1 Pedro 1:16).

Amo que a igreja tenha desenvolvido uma cultura de adoração. Na verdade, tive o privilégio de estar presente durante o Movimento de Jesus, quando nasceu o que chamamos de "culto contemporâneo."

Hoje em dia não ficamos surpresos ao ver amplificadores de guitarra, bateria, iluminação especial e todas as outras coisas que usamos para o louvor durante um culto na igreja. Mas antigamente, você nunca veria essas coisas quando fosse à igreja.

Acho que talvez alguns dos melhores cultos que a igreja já tenha tido foram escritos nos últimos vinte anos. Mas há algo que nunca devemos perder de vista.

Quando adoramos e louvamos, vamos entender que é mais do que cantar. É mais do que orar. A adoração está abrindo nossos olhos para um mundo perdido que precisa desesperadamente do evangelho.

Adoração é prática. Não é apenas cantar; também é servir. Adorar é entregar a sua vida ao Senhor todos os dias.

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