terça-feira, 1 de março de 2022

Começa em Casa

"E eles me responderam: 'Aqueles que sobreviveram ao cativeiro e estão lá na província, passam por grande sofrimento e humilhação. O muro de Jerusalém foi derrubado, e suas portas foram destruídas pelo fogo'" (Neemias 1:3)

Foi num dia como outro qualquer que Neemias ouviu falar dos apuros de seus compatriotas judeus. As muralhas de Jerusalém estavam arruinadas e o povo judeu estava em cativeiro, pois insistia em adorar falsos deuses.

Na prática, Deus disse: "Gostam de falsos deuses? Vou mandá-los para o grande centro dos ídolos: a Babilônia." E assim ficaram cativos lá por setenta anos.

No fim o rei Nabucodonosor foi sucedido por Belsazar, seu neto, que foi destronado. Entram no cenário Ciro e os Medo-Persas. Ciro permitiu à primeira leva de cativos voltar a Jerusalém, onde Ezra, o sacerdote, reconstruiu o templo.

Mas os muros de Jerusalém ainda estavam em destroços. Muito tempo havia passado, e as notícias chegaram a Neemias, na corte real. Artaxerxes, então rei, permitiu a Neemias ir a Jerusalém e tomar providências.

As muralhas eram importantes para as cidades. Serviam de proteção, obviamente, mas tinham importância além disso. Os muros de uma cidade serviam de símbolo. Nos portões da cidade seus líderes se reuniam e tomavam decisões. Ou então os anciãos se reuniam. As muralhas tinham relevância.

Elas também são importantes em nossas vidas. Os muros da fidelidade protegem nossos casamentos. Os muros do casamento protegem a família. E os muros da família protegem a nação. Já se disse que a família sobrevive sem nação, mas nenhuma nação sobrevive sem a família. Penso que podemos atribuir todo o problema social de nosso país hoje ao desmoronamento da família. O país precisa da família.

Como foi que o povo de Israel reergueu suas muralhas? Um tijolo de cada vez. Como reergueremos nossa nação? Casa a casa. Família por família. Começando na sua casa, e começando na minha.

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