quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

A Ceia do Senhor

"Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor. Examine-se o homem a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice" (1 Corintios 11:27-28)

Mateus 26 contém um dos eventos mais conhecidos da história da humanidade e certamente a refeição mais famosa que já aconteceu: a Última Ceia.

Quando os discípulos se sentaram juntos, Jesus disse: “Tomem e comam; isto é o meu corpo” (versículo 26). Ele então deu graças e ofereceu-lhes o cálice e disse: “Bebam dele todos vocês. Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados” (versículos 27–28).

Jesus, como costumava fazer, estava falando simbolicamente. Assim como Ele já havia dito que era a Porta, ou o Pão da Vida. Chegamos a pensar que Ele é literalmente uma porta? Claro que não.

Nem devemos pensar que o pão e o conteúdo do cálice são realmente o corpo e o sangue de Cristo. Não há evidência de um processo sobrenatural que transforme o conteúdo do cálice no sangue de Jesus e o pão em Sua carne.

Portanto, ao participarmos da Comunhão, não queremos mistificar o que ela representa. Mas também não queremos desvaloriza-la pensando que não signifique nada. Claramente, as Escrituras nos alertam sobre tomar parte na Comunhão, reconhecendo o seu significado (ver 1 Coríntios 11:23-30).

O pão e o cálice não são elementos sagrados em si. Mas eles representam algo que é muito sagrado. Portanto, é com grande respeito e reverência que fazemos a Comunhão, reconhecendo que é um símbolo do que Jesus Cristo fez por nós na cruz.

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