quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Não é Como Parece

"O homem bom obtém o favor do Senhor, mas o homem que planeja maldades o Senhor condena" (Provérbios 12:2)

Quando Maria derramou um frasco de óleo caro e perfumado em Jesus, nem todos apreciaram o seu sacrifício e generosidade. Mateus 26:8-9 nos diz: "Os discípulos, ao verem isso, ficaram indignados e perguntaram: 'Por que este desperdício? Este perfume poderia ser vendido por alto preço e o dinheiro dado aos pobres'."

De certa forma, você quase pode ver a expressão deles. O perfume valia muito. Podemos pensar: isso é uma mordomia? Foi realmente uma boa ideia? Mas o evangelho de João nos dá um detalhe significativo que nos fornece uma visão importante sobre quem liderou essa pequena revolta:

"Mas um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, que mais tarde iria traí-lo, fez uma objeção: 'Por que este perfume não foi vendido e o dinheiro dado aos pobres? Seriam trezentos denários.' Ele não falou isso por se interessar pelos pobres, mas porque era ladrão; sendo responsável pela bolsa de dinheiro, costumava tirar o que nela era colocado" (João 12:4-6).

Judas estava no comando do dinheiro. Seu motivo não era uma preocupação para com os pobres; era uma preocupação por dinheiro saindo do bolso. Em João 17:12, Jesus se referiu a Judas como "aquele que estava destinado à perdição", que também pode ser traduzido como "o filho do desperdício." Então aqui vemos "o filho do desperdício" acusando Maria de desperdício.

Isso é típico de pessoas hipercríticas. Descobri que aqueles que são tão rápidos em encontrar falhas nos outros, muitas vezes desafiando seus motivos, geralmente são culpados de algo muito pior. Eles projetam seus pecados nas pessoas que acusam, quando, na realidade, são eles que têm o problema.

Também descobri que essas pessoas tendem a fazer muito pouco e que quem menos faz é o que mais reclama.

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