sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Uma Mensagem Agridoce

"Porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles fragrância de vida. Mas, quem está capacitado para tanto?" (2 Coríntios 2:15-16)

Você já comeu algo que era doce ao se engolir mas o deixou enjoado depois? Deixe-me recolocar a pergunta: Já comeu seis sonhos recheados de uma vez? Eu já. Passei muito da conta. Foram ótimos na hora, mas menos de dez minutos depois eu estava me perguntando: O que é que fui fazer?

Em Apocalipse 10, o apóstolo João pediu a um anjo um livrinho. Quando o anjo lhe deu o livrinho, disse a João: "Pegue-o e coma-o! Ele será amargo em seu estômago, mas em sua boca será doce como mel" (versículo 9).

João disse: "Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo. Então me foi dito: 'É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis'" (versículos 10-11).

A mensagem em que nós cremos como cristãos é doce para nós, contudo amarga para outros. Ela é a palavra de Deus para nós. Nós a comemos feito comida. Jó disse: "Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia" (Jó 23:12). Para os cristãos um estudo bíblico é como um banquete. Adoramos. Mas para outros é tristeza e tormento. Eles não gostam.

Alguns ouvem o evangelho e dizem: "Amei isso. Acredito nisso. Quero Jesus."

Outros dizem: "Não só não gosto como odeio. E te odeio por dizer isso aí."

Como fiéis, precisamos pegar a mensagem do evangelho e levá-la a tantos quantos pudermos. Que eles a amem ou a odeiem: é decisão deles.

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