terça-feira, 3 de outubro de 2017

Será Que Realmente Acreditamos?

"E lhes disse: 'A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita.'" (Lucas 10:2)

Uma história interessante é contada sobre um notório criminoso do século XIX chamado Charles Peace, que foi preso e condenado à forca pelos seus crimes. Na manhã de sua morte, quando ele andava em direção à sua execução em Leeds, na Inglaterra, um capelão da prisão que lhe fora designado, andava por lá, casualmente lendo alto.

Quando Peace perguntou ao capelão o que estava lendo, ele respondeu: "As consolações da religião".

Indignado que este capelão pudesse dar uma oferta tão sem coração, Peace teria se voltado para o capelão e lhe disse: "Senhor, se eu acreditasse no que você e a igreja de Deus dizem que acreditam, mesmo que a Inglaterra estivesse coberta de vidro quebrado de norte a sul, eu caminharia sobre isso, engatinhando se necessário e pensaria que valeria a pena viver, apenas para salvar uma alma de um inferno eterno assim!"

Pergunto-me se nós, como cristãos, realmente acreditamos nas coisas que dizemos que acreditamos? Quando Jesus enviou os Seus discípulos, disse-lhes: "A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita" (Lucas 10:2).

Estudos revelaram que 95% dos cristãos de hoje nunca levaram outra pessoa a Cristo. Por que isso? Eu arriscaria dizer que talvez seja porque não acreditamos no que dizemos que acreditamos, tanto quanto dizemos que acreditamos.

Realmente acreditamos no que dizemos? Dizemos acreditar que existe um céu, e acreditamos que existe um inferno. Ora, se realmente acreditamos nisso, quando foi a última vez que pessoalmente falamos sobre Jesus Cristo com alguém?

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