segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Entre dois mundos

"Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez." (Eclesiastes 3:11)

Tenho percebido que, na maioria das vezes, os trailers dos filmes são melhores do que os filmes em si. As melhores partes estão lá. Mas as pessoas não vão ao cinema para assistir ao trailer; elas querem ver o filme.

De muitas formas, a vida na terra é como um trailer, e a eternidade é como um filme. O grande evento é a vida eterna, porque a eternidade é eterna, não é preciso dizer. Tem sido dito que a eternidade para o cristão é como o dia que não acaba, mas para o não cristão é como a noite sem o nascer do sol.

Como cristão, eu sei que estarei com Cristo no Céu. E sei que um dia Ele virá à Terra novamente estabelecer o Seu reino. Eu coloquei minha fé e esperança em Cristo. E essa esperança não se trata de pensamentos positivos ou otimismo cego; é uma confiança silenciosa, uma certeza sobrenatural.

De onde os cristãos obtém essa esperança? Das Escrituras. Como o salmista escreveu: "Tu és o meu abrigo e o meu escudo; e na tua palavra coloquei a minha esperança." (Salmos 119:114)

A partir do momento que nascemos, entramos em uma jornada projetados para algo maior. A razão disso é porque Deus nos fez à Sua imagem. Eclesiastes 3:11 nos diz: "Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez."

No fundo de nossos corações, temos o desejo de estar com Deus. E até aquele dia, estaremos essencialmente vivendo entre dois mundos.

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