sexta-feira, 10 de junho de 2016

Só o Tempo Dirá

"Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi." (Mateus 13:24-25)

Mesmo nos dias do apóstolo Paulo havia falsos cristãos. Ele escreveu à igreja de Corinto: "Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos" (2 Coríntios 11:26). Há um monte de pessoas que hoje fazem um grande espetáculo, mas não são genuínas. Não são reais. São impostoras.

Na parábola do trigo e do joio encontrada em Mateus 13, Jesus falou sobre pessoas como essas - genuínas imitações. Jesus não estava se referindo aos cristãos em dificuldades, mas aos falsos. Ele falava de atores. E nesta parábola, Ele expôs uma das maneiras pelas quais o diabo trabalha. Especificamente, uma das maneiras pelas quais o diabo trabalhará no fim dos tempos: a imitação.

Esta parábola menciona duas semeaduras. A primeira é a de um agricultor que planta a semente no seu campo, esperando uma boa colheita. A segunda semeadura é aquela feita pelo inimigo que planta joio ou ervas daninhas, entremeadas àquelas que o agricultor há pouco semeou, com o objetivo de desarraigar a boa semente. O joio é uma erva daninha que, inicialmente, se parece com o trigo. Só quando totalmente crescida, torna-se evidentemente que não é trigo.

Hoje existem falsos cristãos, assim como havia no primeiro século. No entanto, caberá a Deus decidir, em última instância, quem eles são. Nesse último dia, Ele irá determinar se alguém é o cristão que confessava ser.
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