sexta-feira, 3 de junho de 2016

Imitações Genuínas

"Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios [...] tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes." (2 Timóteo 3:1-2, 5)

Um paradoxo, basicamente, é uma figura de linguagem que combina termos contraditórios, "realidade virtual", "fogo amigo", e "confiar desconfiando." Um dos meus favoritos é: "congelado fresco." Você pode entrar em um restaurante e perguntar: "Este peixe é fresco?"

"É congelado fresco," o garçom irá dizer.

"Bem... é fresco?" você vai perguntar novamente.

"É congelado fresco." Por que ele não diz apenas que o peixe é velho?

Depois, há outros paradoxos clássicos, como "estimativa exata" e "infinito enquanto dure." Podemos acrescentar "imitação genuína" a essa lista também.

A ideia de imitação genuína é o que Jesus transmite em uma história conhecida como a parábola do joio e do trigo. Antes da volta de Jesus, o diabo efetivamente vai inundar o mundo com imitações baratas da coisa real. Na verdade, haverá tantas imitações genuínas que as pessoas terão dificuldade de distinguir o falso do verdadeiro.

Por que o diabo faz isso? Porque é eficaz. Quando é revelado que os chamados cristãos tem vivido uma vida dupla, o que é uma grande contradição à sua profissão de fé, algumas pessoas podem pensar: "bem, essa pessoa é hipócrita, então também eu não vou ser um cristão. Vou virar as costas para isso. São todos um bando de impostores." E então tais pessoas caíram na armadilha do diabo.

De acordo com a parábola de Jesus, nos últimos dias haverá muitos que acreditam e muitos com falsas crenças. Eles se sentarão lado a lado nas mesmas igrejas. Cantarão as mesmas músicas. Vão ler a mesma Bíblia. Dirão as mesmas coisas. Mas, na verdade, essas pessoas nunca serão realmente crentes.

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