quinta-feira, 9 de abril de 2015

Paixão e Persistência

"Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta." (Mateus 7:7-8)

A igreja primitiva orou com paixão e persistência. Quando Pedro ficou detido na prisão, "a igreja orava intensamente a Deus por ele" (Atos 12:5). Outra maneira de traduzir a palavra "intensamente" seria "seriamente". É a mesma palavra usada para descrever a oração de Jesus no Jardim do Getsêmani. O Evangelho de Lucas nos diz: "Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão" (Lucas 22:44). Essa foi uma oração de paixão. Foi uma oração agonizante. E era assim que a igreja primitiva orava.

Muitas vezes, o problema é que a nossa oração não tem poder, porque não há coração nela. Se colocarmos pouco coração em nossas orações, não podemos esperar que Deus coloque muito coração ao respondê-las. Alguém vai nos dizer sobre a crise que está enfrentando e vamos orar: "Oh, Senhor, só ajude-o... E depois volte para mim." Não oramos com paixão. Não oramos continuamente.

Jesus disse: "Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta." (Mateus 7:7-8). No idioma original, isso pode ser traduzido como: "Continue a perguntar. Continue buscando. Mantenha-se batendo à porta." Em outras palavras, seja persistente e mantenha essa persistência.

Vamos orar por algo uma, duas, ou talvez três vezes e, em seguida, dizer: "Bem, acho que Deus não vai responder a essa oração." Deus não se irrita com nossas orações. Continue orando. A igreja primitiva, quando necessitada, orava para Deus com grande persistência. Então, não vamos desistir tão facilmente.

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