quarta-feira, 8 de abril de 2015

Nenhum Plano B?

"Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus." (Filipenses 4:6-7)

Em Atos 12 encontramos a igreja primitiva diante de um cenário bastante difícil. Eles estavam diante de uma situação que, se Deus não interviesse, seria um desastre total. Não gostamos de situações como essa, porque gostamos de ter sempre um plano B. Ainda mais: gostamos de ter um plano C para o plano B; e, até, um plano D para o plano C.

Mas, às vezes, Deus permite estarmos diante de situações onde não há planos B. Não há nada garantido. Não há nenhuma outra solução. Somente Ele.

A igreja primitiva estava diante de tal situação. Após um período de relativa calma, uma nova onda de perseguição vinha contra a igreja. Herodes Agripa I prendeu Tiago, irmão de João, um dos "filhos do trovão", e o executou. Em seguida, prendeu Pedro, líder da igreja primitiva e parecia que ele seria executado também.

Herodes queria ter certeza de que Pedro não sairia da prisão, porque da última vez que ele foi preso, um anjo o tinha libertado (Atos 5:17-20). Por garantia, Herodes colocou quatro esquadrões de soldados para vigiar Pedro; ele foi acorrentado a dois soldados e vigiado por mais 14.

Então, o que a igreja fez? Lemos que "[...] a igreja orava intensamente a Deus por ele (Pedro)" (Atos 12:5). Temos uma arma secreta na igreja. Ela se chama oração. Apesar de todas as outras portas estarem fechadas, uma está sempre aberta, a porta para a presença de Deus através da oração. O problema é que a oração é, na maioria das vezes, nosso último recurso. É o que geralmente fazemos quando todas as nossas outras tentativas falharam. Esses crentes, todavia, oraram.

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