segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Quando a Relevância se torna Perigosa

"Respondeu Jesus: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.'" (João 14:6)

Tenho pregado por um longo tempo e tenho visto que muitas gerações vêm e vão: os Baby Boomers, os Busters, e as gerações X, Y e Z. Mas uma coisa que não mudou ao longo dos anos foi a minha ênfase no ensino da Bíblia e na pregação do evangelho. Isso nunca pode mudar e nunca mudará. Nunca deve mudar, porque sei que o evangelho é “[...] o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego” (Romanos 1:16), e eu tenho experimentado o impacto disso em minha própria vida.

Mas o evangelho está sob ataque como nunca antes. Embora a Igreja sempre tenha tido seus desentendimentos, este é um debate de vida ou morte. É um debate entre um número crescente de pessoas que se dizem evangélicas a respeito de Jesus Cristo ser mesmo o único caminho para a salvação e se toda a Escritura é realmente inspirada por Deus.

Há um movimento recente, conhecido como A Igreja Emergente, que está ganhando força nos EUA. Ele é mais popular entre as pessoas que frequentam igrejas evangélicas, as quais querem que seja real, que seja autêntico, como fez a minha geração. Mas ser real não é a coisa mais importante; a coisa mais importante é estar bem com Deus. E, às vezes, na busca de ser “real e autêntico”, algumas dessas pessoas estão comprando ideias perigosas.

Vamos colocar nossas prioridades à frente e voltar novamente para a mensagem. Caso contrário, vamos perder a baixa influência que hoje temos como Igreja. Sou a favor de ser contemporâneo e de ser relevante. Mas, ao mesmo tempo, devemos ser verdadeiros e precisos. E, mais importante, temos que ser bíblicos.

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