terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O Evangelho Duradouro


“Portanto, neste caso eu os aconselho: deixem esses homens em paz e soltem-nos. Se o propósito ou atividade deles for de origem humana, fracassará; se proceder de Deus, vocês não serão capazes de impedi-los, pois se acharão lutando contra Deus”. (Atos 5:38-39)

Pensamos que as coisas estão ruins no século 21, como de fato estão. Mas o mundo do primeiro século era um lugar muito mais difícil para os cristãos compartilharem o evangelho. Eles viviam sob a jurisdição dos ímpios e do poderoso Império Romano. A imoralidade era desenfreada. O divórcio era generalizado. E em cidades como Corinto, as prostitutas caminhavam tranquilamente pelas ruas.

Em seguida, houve a instituição da religião, que em grande parte foi corrupta. Idolatria, espiritismo e culto aos demônios eram praticados abertamente. Por toda parte havia templos erguidos a falsos deuses. E em todos os lugares que os crentes iam, trazendo a mensagem do evangelho, eram rechaçados, ridicularizados, perseguidos, agredidos fisicamente e, em alguns casos, até mesmo mortos.

No entanto, num período relativamente curto de tempo, de 30 anos ou mais, os 120 seguidores originais de Cristo e seus convertidos mudaram o mundo.

Duzentos anos depois do nascimento da igreja, Tertuliano, um pai da igreja primitiva, escreveu esta declaração sobre o impacto do evangelho: “ocupamos todos os lugares que pertencem a vocês - vilas, ilhas, fortalezas, cidades, comércios, os próprios acampamentos militares, tribos, conselhos municipais, o palácio, o senado, o mercado local; nós não deixamos nada, a não ser seus templos.” Não houve pedra deixada de lado. Não houve canto onde o evangelho não tenha ido. Os primeiros crentes invadiram a sua cultura. E, embora o Império Romano tenha ruído, o evangelho prevaleceu.

Como os cristãos do primeiro século foram capazes de fazer isto? Eles entenderam um segredo simples: cada homem e cada mulher era parte da equipe, se eles quisessem. O Ministério não era somente para um seleto grupo chamado de apóstolos. O Ministério era para todos. Todo mundo deveria levar esta mensagem para a sua geração e para a sua esfera de influência. Temos a mesma tarefa diante de nós atualmente.
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