quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Escudo da Fé

"Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno." (Efésios 6:16)

O que é esse tal escudo da fé ao qual Paulo se refere? Lembre-se de que quando ele escreveu essa carta aos cristãos de Éfeso ele estava acorrentado a um guarda romano. Tinha tempo de sobra portanto, para observar a armadura romana.

O escudo era feito de madeira. Era um objeto retangular de cerca de um metro e vinte centímetros de altura e sessenta centímetros de largura.

Antes do embate cara-a-cara com o inimigo, o soldado frequentemente se deparava com uma salva de flechas flamejantes vindas de todo lado. A função delas era desanimar e confundir.

Assim, os soldados romanos juntavam seus escudos para proteger-se dessa investida de flechas acesas. Precisavam pôr os escudos acima e à frente da proteção que os peitorais das armaduras ofereciam.

O mesmo vale para nós. O diabo vai lançar flechas flamejantes sobre os cristãos. Podem ser flechas de luxúria, de ódio, de orgulho, de inveja, de cobiça, de dúvida, de ansiedade ou de qualquer outro tipo de pecado. Serão lançadas principalmente no âmbito de nossos pensamentos.

Ele ergue um fogo de barragem com flechas acesas em momentos estratégicos, como na hora em que decidimos ler a Bíblia ou frequentar a igreja. Flechas acesas virão em nossa direção em momentos de provação e dificuldade.

É nessas horas que você precisa erguer o escudo da fé — não o escudo dos sentimentos, nem o das emoções, mas o escudo da fé. Baseie sua fé no que Deus fez por você, não no que você está sentindo em determinado momento.

Emoções vão e vêm. Às vezes você se sente ótimo. Às vezes não sente nada. É aí que aprende a usar o escudo da fé.

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