quinta-feira, 26 de junho de 2014

O Alívio Definitivo

“Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus”. (Romanos 3:23-24)

Quando Sir Arthur Conan Doyle, autor das histórias de Sherlock Holmes, quis pregar uma peça em seus amigos, ele enviou uma nota a cada um deles que simplesmente dizia: "Fuja logo. Foi tudo descoberto." Em 24 horas, todos os seus amigos deixaram o país. Isso é o que se chama de uma consciência culpada!

Acho que poderíamos usar um pouco mais desta culpa em nossa sociedade. A culpa serve a um propósito.

Que bem pode vir da culpa? O mesmo bem que vem do sistema de alerta em nossos corpos ao qual chamamos de dor. Se você pisar em um pedaço de vidro, o corpo envia um sinal de alerta: "Pare! Não vá adiante!"

Da mesma forma, Deus instalou um sistema de alerta chamado culpa em nossas almas, que nós experimentamos quando fazemos algo errado. Assim como a dor nos diz que há um problema físico que deve ser tratado para o corpo não sofrer, a culpa nos diz que algo está errado espiritualmente e que precisa ser confrontado e purificado.

Como se vê, a culpa não é necessariamente uma coisa ruim. O sentimento de culpa que experimentamos é o sintoma de um problema real, que é o pecado. Todo o aconselhamento psicológico no mundo não pode aliviar uma pessoa de sua culpa. 

Podemos fingir que ela não está lá ou tentar transferir para outros os nossos problemas, mas a única forma real e eficaz de remover nossa culpa é chegar à raiz do problema, que é o pecado. E lembrar sempre que: “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus" (Romanos 3:23-24). 
Este é o único e definitivo alívio para nossa culpa.

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