quarta-feira, 3 de abril de 2013

Lealdade Equivocada

“Saulo, por sua vez, devastava a igreja. Indo de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os lançava na prisão.” (Atos 8:3)

Através de registros bibliográficos, sabe-se que Saulo (ou Paulo) foi criado em uma casa judia bastante rigorosa. Isso significa que ele teria aprendido as escrituras desde pequeno. Sua família era da melhor estirpe: da tribo de Benjamim - a tribo do primeiro rei de Israel, Saul.  O próprio jovem Saulo teve seu nome em homenagem o Rei Saul, sem dúvida alguma.
Saulo decidiu ser um fariseu, que era uma ordem religiosa da época. Isso quer dizer que ele seria submetido a uma disciplina bastante rígida. Sua vida inteira seria governada não apenas pelas escrituras, mas pelas várias leis dadas pelos rabinos. Era um compromisso radical a se fazer.

Também sabemos que Saulo foi ensinado pelo ilustre Gamaliel, conhecido como professor dos professores e famoso por sua sabedoria e entendimento. Gamaliel teve interesse no jovem Saulo e lhe ensinou as coisas de Deus. O jovem tinha uma fome voraz por conhecimento. Ele queria ser o mais devoto possível.

Então, o que fez um homem tão religioso assim virar nada mais nada menos do que um assassino? Isso aconteceu porque a religião extremada pode cegar. Ela pode ser uma força destrutiva.
- Não foram pessoas religiosas que conspiraram para matar Jesus e as que também mataram o jovem Estevão?

Quando digo “religião” não estou falando sobre fé em Cristo; mas estou falando sobre religião mesmo. Existe uma grande diferença entre a religião feita pelos homens e a verdadeira fé em Cristo.

É provável que a religião tenha afastado mais pessoas de Cristo do que todas as outras razões juntas, pois ela dá uma falsa sensação de segurança. E as pessoas que confiam totalmente na religião ficarão chocadas ao descobrir que ela por si só não satisfaz os requisitos de um Deus santo.

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