sexta-feira, 1 de junho de 2012

Eternidade em Nossos Corações

“Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador” (Salmos 95:6)

Nós fomos todos criados para adoração. E quando entendemos isso, percebemos que todos na face da terra adoram. Nem todos adoram a Deus, mas todos adoram a alguém ou algo. Pode ser uma figura do esporte. Pode ser um artista, um ator ou atriz, um músico. Pode ser outra pessoa. Pode ser o seu próprio corpo. Pode ser algo que a pessoa possua. Mas todos se curvam a algum tipo de altar. Todo mundo, em todos os lugares, adora. É uma parte fundamental da vida.

Até mesmo ateus adoram. Céticos adoram. Agentes de seguro, advogados, e até políticos adoram. Todas as pessoas adoram, e essa é uma daquelas distinções únicas da humanidade. Essa é uma das marcas que diferem o ser humano de outros animais.

Animais não adoram. Eles não têm essa vontade dentro deles. Meu cachorro não senta no quintal e late em  sinal de adoração. Enquanto ele está lá sentado eu posso garantir que ele não está contemplando as maravilhas da eternidade. Ele provavelmente está pensando sobre comida e em quando será servida sua próxima refeição.

Em contraste com o reino animal, Deus colocou a eternidade no coração do homem (veja em Eclesiastes 3:11). Isso quer dizer que Deus colocou em nós, como pessoas, o senso e a compreensão que há algo a mais. Existe em nós uma vontade de nos curvarmos a alguma coisa, para prestarmos homenagem a alguma coisa, e para adorarmos alguma coisa.

Então vamos adorar o Deus vivo e verdadeiro.

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