segunda-feira, 21 de maio de 2012

A Escolha Final

"Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita." (Salmos 16:11)

Na década de 90 surgiu um bode expiatório, sobre o qual se poderia colocar a culpa de tudo. Foi chamado de “El Niño”. Não importava o que acontecesse, a culpa era do El Niño. Acho que isso aconteceu porque nós, como sociedade, adoramos um bode expiatório. Adoramos alguém ou algo em quem possamos colocar a culpa, porque estamos vivendo numa época em que ninguém mais quer assumir a responsabilidade por suas ações.

Mas em Tiago 4 encontramos a verdadeira fonte dos nossos problemas. Tiago nos diz ela vem de nós mesmos, do nosso desejo por prazer: "De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês?" (Tiago 4:1). A maior parte de todos os conflitos da vida vem de nossa inclinação pela busca do prazer.

Primeiro, precisamos entender que a Bíblia não diz que é errado ter prazer e desejo na vida como um todo. Não é errado ter prazer nas muitas coisas boas na vida, que decorrem das bênçãos de Deus e de nossa relação com Ele.

O cerne da questão é a palavra que Tiago usou: "desejos". Em grego, a palavra “hedone” é a que origina “hedonismo” em nosso idioma. Hedonismo é a crença de que o prazer é o bem supremo da vida e que se deve essencialmente viver para o prazer.

A Bíblia fala muitas vezes da alegria do Senhor e da verdadeira felicidade que vem de Deus. Então, o que se impõe é a decisão final entre agradar a nós mesmos ou agradar a Deus.

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