quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não Tema, Pequeno Rebanho

"Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar-lhes o Reino”. (Lucas 12:32)

Medo é uma emoção com a qual todos nós estamos bastante familiarizados, não é mesmo? Você sabe bem o que é ser dominado pelo medo. Aquele arrepio na espinha, cabelos da nuca em pé, aquele aperto na boca do estômago e a sensação de boca seca. Todos nós já experimentamos isso em algum momento de nossas vidas. E se já nos vimos cara-a-cara com a morte, então sabemos também o que é o medo extremo.

O medo tem um irmão gêmeo do qual não se desgruda: a preocupação. Muitas vezes, a preocupação e o medo trabalham em conjunto. Nós não somente experimentamos o medo de alguma coisa, mas depois ainda temos a preocupação do tipo: "Ah! E se isso acontecer de novo?" Você pode ser enredado por esses dois sentimentos a ponto de ser derrotado espiritualmente por eles. O excesso de preocupação, segundo os especialistas, pode de fato abreviar a vida de uma pessoa.

Jesus diz: "Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar-lhes o Reino "(Lucas 12:32). Nessa breve afirmação de Jesus, nós somos as ovelhas e Jesus é o nosso pastor. Jesus está dizendo: "Eu sou o Pastor. Vou olhar por você. Vou protegê-lo. Apesar de você ser indefeso, fraco, eu vou sempre prestar atenção em você. Portanto, não tenham medo, pequeno rebanho."

Que tranquilizadoras palavras Jesus nos transmite. Como filhos de Deus não devemos ter medo, porque Jesus vai cuidar de nós.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Fazendo Discípulos

"Se você transmitir essas instruções aos irmãos, será um bom ministro de Cristo Jesus, nutrido com as verdades da fé e da boa doutrina que tem seguido." (1 Timóteo 4:6)

Em algum momento do passado separamos evangelismo de discipulado. Mas não há essa separação nas Escrituras. A idéia da Grande Comissão não é apenas orar com alguém para receber Cristo e dizer: "Até mais! Deus te abençoe."

Isso seria como uma mãe dar à luz um bebê e dizer: "Deus te abençoe, meu filho. Há um mundo cruel lá fora, mas aqui está um pacote de fraldas descartáveis. Agora saia daqui". É necessário alimentar, cuidar, amar e ensinar um bebê. Um novo crente precisa do mesmo.

Nosso objetivo, nossa visão e nossa missão é fazer discípulos. Devemos nos esforçar para conseguir novos cristãos que espiritualmente andem com suas próprias pernas. Devemos ajudá-los a se aclimatarem no ambiente cristão, entendendo o que significa ser Cristão. Só então estaremos cumprindo o real significado da Grande Comissão [instrução dada por Jesus Cristo aos seus discípulos para que eles espalhassem seus ensinamentos a todas as nações do mundo em todas as épocas].

terça-feira, 28 de junho de 2011

Comunicando o Evangellho

"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

O maior exemplo de comunicador do evangelho na Bíblia não é outro senão Jesus Cristo. Ele não é só Deus. Ele não é só o nosso Salvador. Ele foi também o perfeito exemplo de comunicação. Ele moldou a forma de se comunicar. E você pode ler história atrás de história nos Evangelhos acerca de como Jesus se aproximou de pessoas e como Ele falou com elas.

Na verdade, é importante notar que algumas das declarações mais profundas de Jesus aconteceram durante conversas. Um famoso versículo bíblico que amamos citar aconteceu em uma conversa cara-a-cara com um homem religioso conhecido como Nicodemos (veja João 3:9). Mas o que se percebia em Jesus é que Ele adaptava sua comunicação para o povo com o qual falava. Jesus ajustava o que pretendia falar, dependendo da necessidade da pessoa e de sua situação na vida.

Muitas vezes as pessoas, quando compartilham a sua fé, comportam-se como computadores pré-programados. Elas repetem sempre a mesma coisa para cada pessoa, com um tipo de olhar vidrado. Não é de se admirar que a pessoa com quem estejam falando pense que são fanáticos religiosos e imediatamente as rejeite.

Esse certamente não foi o exemplo que Jesus nos deu. Ele dedicou tempo às pessoas. Ele teve tempo para compreendê-las. Jesus também possuía algo que é desconhecido para muitos cristãos de hoje: tato. A palavra tato foi definida como o conhecimento intuitivo de se dizer a coisa certa no momento certo. E é por isso que precisamos tentar avaliar a situação e pedir que Deus nos dê sabedoria na medida em que buscamos atingir pessoas com o evangelho.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fazendo a nossa Parte

"Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um." (1 Coríntios 3:5)

No processo de pregação do Evangelho, todo Cristão tem um papel. Alguns de nós semeiam. Outros regam as sementes já plantadas. Há ainda outros que têm o privilégio de colher as sementes que foram plantadas e regadas.

Como o apóstolo Paulo expressou em 1 Coríntios 3:6-8,
"Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento. O que planta e o que rega têm um só propósito, e cada um será recompensado de acordo com o seu próprio trabalho."

Dessa forma, nós simplesmente não sabemos o que vai acontecer enquanto plantamos as sementes do Evangelho. Às vezes, se não vemos resultados imediatos, ficamos frustrados. Achamos que não está funcionando. Deus não está nos abençoando. Você deve esperar, caro Cristão. O processo só vai acabar quando realmente estiver concluído. A semente que você plantou hoje pode nem ser colhida durante a sua vida. Ela poderá crescer somente depois que você já estiver no paraíso. Só então aqueles não-cristãos que você amou, alimentou e compartilhou o Evangelho virão para a fé. E, novamente: tal pessoa pode também vir a crer amanhã.

Sendo assim, qual é a nossa responsabilidade? Plantar a semente. É fazer a nossa parte e deixar os resultados com Deus.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O Poder do Evangelho

"A mão do Senhor estava com eles, e muitos creram e se converteram ao Senhor." (Atos 11:21)

Cristãos muitas vezes subestimam o poder bruto e até explosivo inerente à mensagem do evangelho. O apóstolo Paulo disse: "Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego." (Romanos 1:16).

Agora entendemos que Paulo era um grande intelectual. Ele era um grande estudioso e orador. Ao compartilhar a Boa Nova, Paulo poderia ter usado sua capacidade de convencer as pessoas. Ele poderia ter utilizado seus poderes de oração para trazer seus ouvintes para junto de si. Mas, ao invés disso, Paulo se concentrou na simples e profunda mensagem do Evangelho, porque ele reconheceu o poder dela. É o poder de Deus para a salvação.

A mensagem do Evangelho alcança qualquer tipo de pessoa. Não importa o que há em seu interior. Ela pode ser rica, pobre, instruída ou ignorante. A mensagem do evangelho atravessa barreiras culturais, raciais, econômicas e de idade. Qualquer um pode compreender o evangelho, porque Deus o honra e o abençoa e, de alguma forma, o conduz até o coração do ouvinte.

Por isso, cometemos um erro quando pensamos que é preciso acrescentar ou tirar algo do evangelho. Não. É preciso apenas proclamá-lo e esperar a ação de Deus.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Está Consumado!

"Tendo-o provado, Jesus disse: 'Está consumado!' Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito." (João 19:30)

Na cruz - surrado, ensanguentado, e humilhado - Jesus realizou Seu propósito de salvar o mundo dos pecados. Em voz alta, proclamou o grito de guerra da cruz: "Está consumado."

Estas duas palavras: "Está consumado", formam uma frase profunda e poderosa. Elas poderiam ser traduzidas de várias maneiras diferentes. Uma das traduções pode ser: "Um final foi feito". Também pode significar: "Está pago" ou "Foi cumprido" ou "Está concluído". Cada uma destas traduções oferece uma visão dos propósitos de Jesus Cristo na cruz.

Que final foi feito? Jesus deu um fim aos nossos pecados e à culpa que os acompanha. O que foi pago? Ele pagou o preço da nossa redenção. O que foi cumprido? Cristo cumpriu os justos requisitos da lei. O que foi concluído? Ele concluiu a obra que o Pai Lhe deu.

Jesus Cristo consumou Sua obra na cruz por você e por mim. Este era seu propósito, sua missão. Agora o nosso objetivo, a nossa missão, é acreditar nEle.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Um Processo para a Ressurreição (Parte 4)

"Então Jesus lhe disse: 'Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram'". (João 20:29)

Se a ressurreição de Cristo foi uma mentira, por que todos os apóstolos se dirigiram até a recém criada sepultura? A experiência nos diz que, sempre que há uma conspiração, alguém "roe a corda". Isso costuma acontecer especialmente quando indiciamentos surgem e alguém sabe que eles serão comprometedores. Alguém vai entregar o jogo. É sempre assim. E, assim que a primeira pessoa sai ilesa, outras a seguem, pois todas estão preocupados em salvar a própria pele.

Da mesma forma, se os apóstolos tivessem mesmo roubado o corpo de Cristo, por que não quebraram o silêncio e contaram a verdade, já que encararam a morte em virtude da crença que tinham em Cristo? Eles poderiam ter dito; "Nós roubamos o corpo", ou "É tudo mentira". Tudo o que tinham a dizer era: "Vou lhes dizer onde está o corpo de Cristo!" Mas isso não aconteceu. Os apóstolos não apenas deram seus testemunhos como morreram por isto. Ao olharmos ao longo da tradição e história da igreja, cada apóstolo (com a exceção de João) sofreu uma morte terrível e dolorosa, pois confessou a verdade acerca da ressurreição de Cristo.

De qualquer modo, a crença em Cristo não é uma questão de acúmulo de provas. Muitas pessoas viram Jesus Cristo depois da ressurreição e ainda assim não acreditaram (veja, por exemplo, Mateus 28.1-15). A crença em Jesus se baseia na fé. Você pode dizer: Mostre-me e eu acreditarei. Para todos os efeitos práticos, Deus diz: "Creia e eu te mostrarei." Dê um passo de fé e Deus facilmente irá ao seu encontro.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Um Processo para a Ressurreição (Parte 3)

"Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez..." (1 Coríntios 15:3-6)

Mais uma das mentiras de Satanás sobre a ressurreição é a teoria da alucinação em massa. Essa teoria propõe que todos os que afirmaram ter visto o Senhor ressuscitado sofreram uma alucinação oriunda do sincero desejo de vê-lo vivo novamente.

O fato é que as alucinações ocorrem normalmente com pessoas que, de uma forma ou de outra, as desejam. Mas a evidência bíblica revela que quando Jesus foi crucificado os discípulos ficaram devastados e destruídos. Sua fé foi em grande parte destruída. Eles não tinham nenhuma esperança de ver Jesus vivo novamente (veja Marcos 16:10-11). Além disso, alucinações, uma vez criadas, são contínuas, mas os discípulos apenas viram Jesus por um tempo muito limitado. Em seguida, novamente deixaram de vê-lo.

As escrituras registram que Jesus não só apareceu aos discípulos em algumas ocasiões, mas que também apareceu a mais de 500 pessoas ao mesmo tempo (veja 1 Coríntios 15:6). É inacreditável que 500 pessoas tivessem alucinações acerca da mesma coisa ao mesmo tempo. Se algum dia esta evidência contra a Ressurreição fosse levada a um tribunal legal, seria certamente considerada infundada.

As mentiras de Satanás sobre a ressurreição nunca se sustentaram porque Jesus está vivo. Ele cumpriu as Escrituras vivendo novamente, conquistando a morte e o pecado. Ele apareceu várias vezes para uma multidão de testemunhas oculares. E cada aparição de Cristo foi uma demonstração carinhosa de que Ele vai ao encontro de seus filhos feridos e necessitados.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Um Processo para a Ressurreição (Parte 2)

"Mas quando chegaram a Jesus, percebendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas. Em vez disso, um dos soldados perfurou o lado de Jesus com uma lança, e logo saiu sangue e água. Aquele que o viu, disso deu testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro. Ele sabe que está dizendo a verdade, e dela testemunha para que vocês também creiam." (João 19:33-35)

A teoria do desmaio é uma das mentiras mais antigas de Satanás sobre a Ressurreição. Esta teoria propõe que Jesus não ressuscitou dentre os mortos, porque Ele nunca morreu de verdade. Em vez disso, Jesus teria entrado em uma espécie de coma profundo, ou desmaio, devido à dor e ao trauma da crucificação. Em seguida, na atmosfera nada agradável do túmulo, Cristo teria acordado. As tiras de pano que haviam sido firmemente presas em seu corpo teriam se soltado de alguma forma para então Ele aparecer aos seus discípulos.

A teoria do desmaio sucumbe frente aos fatos. Note que os guardas romanos eram peritos em execução.  Eles teriam sido mortos se permitissem que um homem condenado a morte, como Cristo, dela escapasse. Os guardas tiveram certeza que Jesus estava morto quando o golpearam lateralmente com uma lança e de seu corpo saiu sangue e água. Esta foi a prova final de sua morte, já que isso ocorre quando o coração pára de bater.

Há algum tempo atrás eu li uma pergunta que um leitor de uma coluna de aconselhamentos local fez sobre a Ressurreição. Ele perguntou, "Querido Uticus, nosso pastor disse que Jesus desmaiou na cruz e, logo em seguida, seus discípulos cuidaram de sua saúde. O que você acha? Assinado, 'O Atordoado'". Uticus respondeu: "Caro 'Atordoado', dê 39 chicotadas em seu pastor com um chicote de múltiplas tiras. Depois, pregue-o em uma cruz. Deixe-o lá por seis horas. Depois, enfie uma lança nele e o embalsame. Coloque-o em um túmulo sem ar por 36 horas e veja o que acontece. Atenciosamente, Uticus".

A resposta de Uticus leva a teoria do desmaio ao ridículo. Surpreendentemente, as pessoas ainda seguem essa teoria. Não porque é plausível. Não porque é lógica, mas porque nela podem sustentar suas dúvidas. A verdade é que Jesus Cristo ressuscitou!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um Processo para a Ressureição (Parte 1)

"Quando os chefes dos sacerdotes se reuniram com os líderes religiosos, elaboraram um plano. Deram aos soldados grande soma de dinheiro, dizendo-lhes: 'Vocês devem declarar o seguinte: 'Os discípulos dele vieram durante a noite e furtaram o corpo, enquanto estávamos dormindo'. [...] E esta versão se divulgou entre os judeus até o dia de hoje." (Mateus 28.12-15)

O demônio odeia a Ressurreição. Há aproximadamente dois mil anos ele desenvolveu mentiras e desculpas para levar as pessoas a não acreditarem no Cristo ressuscitado. A mentira mais antiga de Satanás, a respeito da Ressurreição, foi sugerir que o corpo de Cristo tivesse sido roubado.

Foram os guardas do túmulo de Cristo que falaram tal mentira pela primeira vez, depois que Ele ressuscitou dos mortos. A Escritura nos diz que os líderes religiosos subornaram os soldados e os instruíram a dizer que "discípulos" de Jesus vieram durante a noite e, enquanto todos dormiam, roubaram o seu corpo (ver Mateus 28:13). Mas tal mentira só comprova que a ressurreição do Senhor é verdadeira.

É improvável que os apóstolos falsificassem uma ressurreição. Eles nem mesmo acreditavam nela. Você se lembra quando as mulheres relataram a ressurreição de Jesus? A Escritura nos diz que os homens "não acreditaram nas mulheres; as palavras delas lhes pareciam loucura" (Lucas 24:11). Ao invés de esperar com grande expectativa para o Cristo ressuscitado, os discípulos inicialmente rejeitaram tal idéia.

Também é improvável que os inimigos de Cristo roubassem Seu corpo. Eles não ansiavam por nada além de impedir qualquer outro movimento de Jesus. Os líderes religiosos tomaram medidas extremas para proteger o corpo de Cristo e provar que a ressurreição era uma farsa. Roubar o corpo de Cristo concretizaria algo contra o que eles mesmos sempre lutaram contra. Mesmo que eles tivessem roubado o corpo, sem dúvida eles teriam trazido isso à tona, já que o recém-formado grupo de fiéis começava a ganhar pessoas para Cristo. Mas os inimigos de Jesus nunca mostraram Seu corpo, porque não tinham corpo algum para mostrar.

O fato é que o túmulo de Cristo estava vazio, porque Ele ressuscitara dentre os mortos. Nada, nem Satanás nem as mentiras deste mundo, pode mudar a verdade de que Cristo ressuscitou. Porque Ele certamente ressuscitou!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A Menos que Alguém lhes Diga

"Então, Jesus aproximou-se deles e disse: 'Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos'". (Mateus 28:18-20)

Uma coisa que os crentes e os não crentes têm em comum é que ambos são resistentes ao evangelismo. Os crentes são resistentes em evangelizar e os não crentes em serem evangelizados.

Talvez você se lembre de quando alguém compartilhou o evangelho com você sem que você estivesse realmente interessado em ouvi-lo. Ou talvez você já tenha tido a experiência de querer compartilhar o evangelho com alguém que não tinha interesse algum no que você dizia. O fato é que não importa o quanto lhe parece intimidador ou desconfortável compartilhar sua fé com outros. Trata-se de uma coisa à qual todo crente é chamado a fazer. Como está escrito em Romanos 10:14: "Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?"

Jesus deixou suas ordens para marcharmos: "Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas." (Marcos 16:15). Na língua original, este versículo poderia ser traduzido como: "Eu ordeno que vocês vão por todo o mundo." É por isso que chamamos tal ordem de “A Grande Missão” e não de “A Grande Sugestão". É uma ordem do nosso general maior. Se formos realmente fiéis seguidores de Jesus, precisamos tentar cumprir essa ordenança. Precisamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para compartilhar a mensagem da cruz.

Você é alguém que Deus deseja e pode usar para levar a mensagem da mudança de vida que o evangelho pode proporcionar a essa geração. - Você se habilita? - Está disponível? As oportunidades estão aí, mas cabe a cada um de nós aproveitá-las.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Na Presença de Deus

"Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram." (Mateus 27: 50-51)

Eu amo o fato de que Deus sempre escuta quando um cristão se aproxima dele. Esta verdade existe por causa do que Cristo conquistou na cruz. A Bíblia nos diz que depois que Jesus entregou Seu espírito sobre a cruz, o véu do templo se rasgou de alto a baixo (veja Mateus 27:51). O véu era o que separava o resto do templo de um santuário interno, local também conhecido como santo dos santos. Um fato interessante é que o véu foi rasgado não de baixo para cima, como se uma pessoa tivesse rasgando, mas de cima para baixo, porque Deus estava rasgando ele.

Quando Deus rasgou o véu em dois, Ele estava essencialmente dizendo: "Até aqui vocês não podiam entrar no santo dos santos e aproximar-se de mim, mas agora eu rasguei o véu, porque o meu filho, o Cordeiro de Deus, é o sacrifício final. Vocês não precisam mais de um sumo sacerdote na terra, não precisam mais de sacrifícios de animais. Eu criei um caminho direto para vocês através da morte do meu filho.” Infelizmente, essa idéia se virou de cabeça para baixo em nossas mentes. De alguma forma, achamos que temos de realizar boas obras para ganhar a aprovação de Deus e então nos aproximarmos dEle. Quando falhamos e caímos em pecado nós pensamos: "Ih, não posso chegar a Deus agora, Ele nunca iria me ouvir."

Os cristãos devem compreender que a morte e ressurreição de Jesus é o que permite nos aproximarmos de Deus. Não há nada que possamos fazer para merecer a aprovação de Deus. Da mesma forma, não podemos fazer nada para negar acesso a Deus, a menos que permaneçamos em nosso pecado. Contudo, se reconhecemos o nosso pecado, nos voltamos para Deus e pedimos o Seu perdão, podemos sempre entrar em Sua presença, a qualquer momento do dia ou da noite.

terça-feira, 14 de junho de 2011

O Poder da Ressurreição

"Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo não pode morrer outra vez: a morte não tem mais domínio sobre ele." (Romanos 6:8-9)

A ressurreição de Jesus Cristo está entre as mais importantes de todas as verdades bíblicas. Ela é fundamental. Ela é sólida. Muitos outros aspectos da fé cristã dependem e se baseiam na Ressurreição. Deixe-me compartilhar com você três das verdades cristãs essenciais que dependem da Ressurreição.

Primeiro de tudo, a vida além do túmulo depende da ressurreição de Jesus Cristo. Como o apóstolo Paulo disse: “Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só homem. Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados (1 Coríntios 15:21-22, grifo nosso). A vitória de Jesus sobre a morte nos promete que também nós venceremos a morte.

Em segundo lugar, o futuro julgamento de Deus sobre o mundo baseia-se na Ressurreição. Como o apóstolo Paulo disse: Pois estabeleceu [Deus] um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem [Cristo] que designou. E [Deus] deu provas disso a todos, ressuscitando-o [Cristo] dentre os mortos" (Atos 17:31, ênfase nossa). Esta promessa nos lembra que Deus um dia acabará com todos os males.

Por último, a ressurreição de Cristo nos dá força para vivermos a vida cristã. Romanos 8:11 diz: "E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês" (grifo nosso).

A ressurreição, portanto, nos assegura que Deus não só nos vai dar uma vida após a morte, mas nos dará também poder para vivermos a vida cristã já na Terra. A Ressurreição não é uma questão secundária. Ela fornece energia para o cristianismo, libertação contra o pecado e alegria para os seguidores de Cristo.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Momento mais Doloroso de Cristo

"E houve trevas sobre toda a terra, do meio dia às três horas da tarde. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: 'Eloí, Eloí, lamá sabactâni?' que significa: 'Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?'" (Mateus 27:45-46)

Sem dúvida, o sofrimento físico que Jesus passou na cruz é, na mente da maioria das pessoas, Seu momento mais doloroso. Outros podem pensar que foi o açoite brutal que precedeu a crucificação de Cristo. O que pode chocar você é que nenhum desses eventos representa o Seu momento mais doloroso. O momento mais doloroso de Jesus aconteceu na cruz, depois que uma escuridão cobriu a terra. Naquele instante, Ele chorou em alta voz: "Eloí, Eloí, lamá sabactâni?", que significa "Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?" (Mateus 27:46)

Mas por que esse choro a Deus, em agonia, foi o momento mais doloroso de Cristo? Eu acredito que naquele instante Jesus - pela primeira vez - experimentou estar separado do Deus Pai. Essa separação temporária de Deus era, muito provavelmente, a situação única profetizada por Isaías, quando disse que o Servo Justo levaria a iniqüidade deles (veja Isaías 53:11). Em cumprimento àquelas palavras, Jesus - o Servo Justo - levou os pecados do mundo à cruz.

Não entenda mal o choro de Jesus a Deus. Cristo não estava com raiva dEle. Veja como Ele intimamente se refere a Deus com "Meu Deus". Jesus não estava acusando Deus de O ter abandonado. Ele estava clamando a Deus, ansiando pela comunhão que outrora tinha. Note que nós também teremos momentos em que nos sentiremos distantes de Deus. Haverão tempos na vida que não teremos idéia acerca de como Deus está trabalhando. Esse não é o momento de virar as costas para Deus. É o momento de se virar para Deus, pois Deus ainda está lá para nós. Por causa do momento mais doloroso de Cristo sobre aquela rude cruz, nós podemos proclamar em voz alta: "Deus nunca vai nos deixar ou nos abandonar" (veja Hebreus 13:5).

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Carregue sua Cruz

"Então Jesus disse aos seus discípulos: 'Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.'" (Mateus 16:24)

No caminho para o Gólgota, Jesus - açoitado, ensangüentado e exausto - carregou sua própria cruz. Os soldados romanos forçavam Jesus a se mexer, a multidão gritava e o amaldiçoava e, finalmente, Jesus entrou em colapso (caiu) sob o peso extremo da cruz. E lá foi Simão, um estranho Cirineu. Talvez Simão estivesse em Jerusalém para a Páscoa. Talvez ele tenha visto a multidão e se aproximado para ver do que se tratava. Independentemente do motivo da sua presença, a este homem de Cirene foi dado um dos maiores privilégios concedidos a qualquer pessoa da história humana. Ele foi escolhido para carregar a cruz de Cristo.Você não gostaria poder voltar no tempo e ficar no lugar de Simão? Mesmo que fosse por alguns momentos, seria um privilégio poder ajudar a aliviar a dor e o sofrimento de Cristo. Na verdade temos esse privilégio hoje, pois Jesus disse aos seus discípulos:

"Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por minha causa, a encontrará." (Mateus 16:24-25).

Jesus ainda está à procura de mulheres e homens como Simão que peguem Sua cruz e a carreguem. Então, quando Ele diz "carregue a sua cruz", significa colocar a vontade de Deus acima dos seus próprios desejos e anseios. Precisamos estar dispostos a morrer para a nossa ambição, para os nossos planos e escolhas que temos feito na vida. Pôr o seu ombro na cruz significa amar Deus mais do que ninguém ou qualquer outra coisa. Portanto, dedique-se a Cristo. Seja como Simão. Carregue aquela cruz e siga a Cristo. Essa é a melhor vida que há para se viver.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Não há Amor Maior que Este

"Porque Deus tanto amou o mundo, que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16)

A emocionante história de Abraão e seu filho amado, Isaque, fornece um quadro clássico da perspectiva de Deus sobre a cruz. Isaque era o filho prometido por Deus a Abraão, um símbolo da aliança entre Abraão e Deus. Abraão ficou tão encantado com seu novo filho, que pôs-lhe o nome de Isaque, que significa “riso”. Isaque é o riso que foi levado para dentro da casa de Abraão e Sara, sua esposa. Anos mais tarde, porém, o riso se transformou em choque e medo, quando Deus veio a Abraão e lhe disse: -"Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei". (Gênesis 22:2). Deus não poderia ter solicitado de alguém sacrifício maior do que esse de Abraão. Isaque era a alegria de sua vida.

No entanto, em obediência, Abraão levou Isaque até o local de sacrifício. Sem animais à vista para oferecer, Isaque lhe perguntou: -"As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gn. 22:7) E Abraão respondeu profeticamente: -"Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho." (Gn:22:8). Deus realmente providenciou o sacrifício, quando um anjo gritou: -"Não toque no rapaz", disse o Anjo. -"Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho." (Gn 22:12). Então, por detrás de um arbusto, apareceu um carneiro para que Abraão pudesse oferecê-lo a Deus.

A história de Abraão e Isaque se destaca como uma prefiguração daquilo que iria ocorrer mais tarde na cruz. Deus providenciou seu próprio sacrifício. Ao contrário do que ocorreu com Abraão e Isaque, Deus não proveria para si um sacrifício. Ele próprio foi o sacrifício. Deus entregou a Si mesmo pelos nossos pecados quando deu o Seu Filho unigênito para morrer por nós.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Acreditar no Senhor

"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus" (Filipenses 2:5)

Todo Cristão passa por períodos em que fica cara a cara com dificuldades na vida. Pedro testemunhou Cristo sendo traído e preso no jardim do Getsêmani. Ele simplesmente não tinha estômago para testemunhar tal evento. Frustrado e em desespero, Pedro usou sua espada em defesa de seu Senhor, cortando fora a orelha de um dos homens que prendiam Jesus (veja João 18:10). Mas, na verdade, Jesus não desejava essa atitude de Pedro. A espada não era a resposta para a salvação.

Pobre Pedro. Ele estava sempre fazendo a coisa errada na hora errada. Ele dormia quando deveria orar. Ele falava quando deveria ouvir. Ele sentia orgulho quando deveria temer. Agora ele estava lutando quando deveria se render. A filosofia de Pedro estava de cabeça para baixo.

O problema de Pedro era que ele não percebia que lutava contra o inimigo errado. Nossos inimigos não são feitos de carne e osso. Eles são principados e potestades, e não podem ser derrotados por nossas atitudes comuns. Nós muito frequentemente, como Pedro, esquecemos que nossa batalha é espiritual, e que requer armamento espiritual. Nós negligenciamos a arma mais poderosa em nosso arsenal - a oração. Nós somos muito rápidos para protestar, mas não para orar. Nós somos muito rápidos para reclamar, mas não para pregar a palavra.

A realidade é que todos nós iremos ficar frente a frente com Getsêmanis na vida. Para Jesus, o Getsêmani foi um tempo de sofrimento e dificuldade, o tempo que Ele escolheu para render-se à vontade do Pai. Talvez você tenha tido experiências na vida que não compreendeu. Você não sabe o que está à frente, mas você deve confiar seu desconhecido futuro às conhecidas mãos de Deus.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Esvaziar de Cristo

"Que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens." (Filipenses 2:6-7)

Assim como Jesus se ajoelhou no Jardim do Getsêmani e orou as palavras: "(...) contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua", a Bíblia nos diz que um anjo veio do céu e o fortaleceu (Lucas 22:42-43). As Escrituras ensinam que os anjos são espíritos enviados para servir ao Senhor.

Provavelmente o momento mais difícil para os anjos foi olhar as pessoas zombando, espancando e crucificando seu Senhor. Tenho certeza que os anjos teriam alegremente corrido à Sua ajuda naquele momento. Pense no poder extremo dos anjos. No Antigo Testamento, lemos que um anjo matou 185 mil pessoas (veja 2 Reis 19:35, Isaías 37:36). Então, lá na cruz estavam esses poderosos seres espirituais desejando nada mais do que servir ao Senhor, mas eles não tinham permissão. Os anjos não estavam ali para interferir naquele momento sagrado.

Em Filipenses 2:7, o apóstolo Paulo nos diz que Jesus "esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo". Mas, o que o fez esvaziar-se? Jesus não esvaziou-se de Sua divindade. Ele era Deus antes de Belém, enquanto criança, enquanto estava pendurado na cruz, e também quando ressuscitou dos mortos. Jesus foi e sempre será Deus. Portanto, Cristo certamente não abandonou Sua divindade. O que Ele fez foi deixar de lado alguns de seus privilégios. Um deles poderia ser a libertação angelical num momento como a cruz. Jesus escolheu esvaziar-se deste privilégio divino por causa de seu desejo de morrer pelos nossos pecados. Que possamos, como Cristo, negar a nós mesmos e tomar a forma de humildes servos.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Arrepender e Ser Salvo

“Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor...” (Atos 3:19-20)

Há uma grande diferença entre as palavras remorso e arrependimento. É importante que entendamos esta diferença. As pessoas lamentam quando seus pecados as alcançam. Sentem remorso quando começam a colher o que plantaram. Mas o remorso não significa necessariamente que alguém tenha se arrependido. A Bíblia diz que a tristeza leva ao arrependimento. Se você lamenta de verdade, você não apenas terá remorso pelos seus pecados, você vai se arrepender e mudar o seu comportamento.

Muitas pessoas têm a falsa certeza de serem cristãs porque possuem um sentimento de remorso pelos seus pecados. Mesmo assim, elas nunca se arrependem. A Bíblia diz claramente: “Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor...” (Atos 3:19-20). A palavra arrependimento significa mudar de direção, embora hoje tenhamos pessoas que teoricamente chegam a Cristo sem nunca mudar seu estilo de vida. Elas nunca se arrependeram. Elas vão dizer: "Eu lamento o que fiz", e continuarão pecando como se nada tivesse acontecido. Que tipo de arrependimento é esse?

C. S. Lewis observou sabiamente:, "Arrependimento não tem graça nenhuma. É algo mais difícil do que simplesmente dizer 'foi mal'. Significa retirar o orgulho e a vontade própria que temos desenvolvido e aperfeiçoado por milhares de anos." Este contraste entre o remorso e o arrependimento deve ser um alerta para nós Cristãos. Nunca devemos nos deixar absorver pela verdade de modo passivo, sem ter a real intenção de aplicá-la. Se você hoje vive com alguma forma de pecado habitual, para o seu próprio bem: arrependa-se e converta-se.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Filhos de Deus

"Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: 'Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho'." (Hebreus 12:5-6).

Há pessoas hoje que dizem que a culpa é uma coisa horrível. Mas, na realidade, a culpa é um projeto que Deus tem injetado em nossas almas. É semelhante à dor que sentimos em nossos corpos. Quando estou com os pés descalços e começo a pisar em cacos de vidro, um sinal sobe e desce o meu corpo dizendo: "Alerta vermelho! Não pise nisso." Então eu puxo o meu pé de volta, porque senti a dor me avisar que chegará mais dor a menos que eu desista e pare.

Da mesma forma, na minha consciência eu sinto algo chamado culpa. A culpa me diz para não fazer algo para que eu não sinta mais dor. A culpa é muitas vezes a convicção do Espírito de Deus. E quando uma pessoa pode viver em pecado sem sentir a convicção de Deus, algo está seriamente errado. A Bíblia nos diz que, se somos filhos de Deus, o Espírito Santo vai nos dizer "não" quando começarmos a cruzar a linha da vontade de Deus. Essa convicção do Espírito Santo é simplesmente o Senhor sendo o nosso pai. Este é o próprio princípio que observamos em Hebreus 12:5-8:

"Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: 'Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho'. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Pois, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos."

Note que a convicção do Espírito Santo é um lembrete de que somos filhos de Deus. Então se alegrem quando sentirem culpa. Graças a Deus pela culpa!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Falando Alto

"Ora, tropas da Síria haviam atacado Israel e levado cativa uma menina, que passou a servir à mulher de Naamã. Um dia ela disse à sua senhora: 'Se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra'". (2 Reis 5:2-3)

A Bíblia nos conta sobre Naamã, um comandante do exército sírio que era amado pelo povo e pelo rei. Ele tinha tudo que alguém poderia sonhar, mas ele tinha também um grande problema: lepra.

Então o que Deus usou para alcançar este homem? Ele enviou o profeta Eliseu para ir bater à sua porta? Enviou um anjo para ir falar com ele? Não. Pelo contrário: Deus enviou uma menina judia que havia sido capturada e levada para a Síria. Essa menina poderia ter se revoltado contra Deus por ter permitido que isso lhe acontecesse, mas não. Ela falou a respeito de Eliseu para a esposa de Naamã, que por sua vez falou com seu marido. Naamã viajou então para ver Eliseu, que lhe deu uma receita bastante peculiar e ele foi curado no mesmo dia.

Agradeço a Deus por essa garota que falou a Naamã e lhe contou sobre o profeta em Israel. Dou graças a Deus para cada crente que fala em sua própria casa; pelos crentes que falam em suas escolas e em seus locais de trabalho e informam às pessoas que existe um Deus que pode perdoar pecados. As pessoas hoje estão sedentas. Elas estão em processo de busca, principalmente por aquilo que vêem como um futuro incerto em nosso mundo de rápidas mudanças. As pessoas estão se perguntando sobre o que está acontecendo. Elas se questionam o tempo todo, mas somente a Palavra de Deus tem as respostas.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O que Realmente Importa

“Naquele tempo Ezequias ficou doente, e quase morreu. O profeta Isaías, filho de Amoz, foi visitá-lo e lhe disse: "Assim diz o Senhor: Ponha em ordem a sua casa, pois você vai morrer; não se recuperará". (II Reis 20:1)

Há anos que tenho feito muitos funerais e cultos em memória de pessoas. Tenho visitado pessoas que estiveram literalmente à beira da morte. Posso lhes dizer que quando a vida chega ao fim há três coisas que realmente importam para você: família, fé e amigos.

A de importância número um será a sua fé, seu relacionamento com Deus. Eu ouvi muitas pessoas dizerem com pesar, "eu queria ter passado mais tempo andando perto de Deus. Eu gostaria de ter dedicado mais tempo para as coisas espirituais". Eles reconhecem o fato de que estarão diante do Deus Todo-Poderoso. Como é triste quando as pessoas percebem que elas desperdiçaram suas vidas.

Em seguida será a sua família. "Eu queria ter sido um pai melhor", ou "eu queria ter sido uma mãe melhor", alguns dizem. Você não vai se preocupar com a quantia de dinheiro que acumulou, se passou bastante tempo no escritório ou se tem muitos bens. Você estará deixando tudo isso para trás. Infelizmente, nós gastamos muito tempo com aquilo que não importa e no caminho negligenciamos o que realmente importa.

Tudo culminará na fé, então na família e, em seguida nos amigos. Estas são as coisas sobre as quais queremos pensar. Nós queremos ter certeza de que nossas vidas estão bem diante de Deus. Quando o rei Ezequias estava perto da morte, o profeta Isaías lhe disse: "Põe tua casa em ordem" (2 Reis 20:1). A sua casa está em ordem hoje?