quinta-feira, 9 de junho de 2011

Não há Amor Maior que Este

"Porque Deus tanto amou o mundo, que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16)

A emocionante história de Abraão e seu filho amado, Isaque, fornece um quadro clássico da perspectiva de Deus sobre a cruz. Isaque era o filho prometido por Deus a Abraão, um símbolo da aliança entre Abraão e Deus. Abraão ficou tão encantado com seu novo filho, que pôs-lhe o nome de Isaque, que significa “riso”. Isaque é o riso que foi levado para dentro da casa de Abraão e Sara, sua esposa. Anos mais tarde, porém, o riso se transformou em choque e medo, quando Deus veio a Abraão e lhe disse: -"Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei". (Gênesis 22:2). Deus não poderia ter solicitado de alguém sacrifício maior do que esse de Abraão. Isaque era a alegria de sua vida.

No entanto, em obediência, Abraão levou Isaque até o local de sacrifício. Sem animais à vista para oferecer, Isaque lhe perguntou: -"As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gn. 22:7) E Abraão respondeu profeticamente: -"Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho." (Gn:22:8). Deus realmente providenciou o sacrifício, quando um anjo gritou: -"Não toque no rapaz", disse o Anjo. -"Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho." (Gn 22:12). Então, por detrás de um arbusto, apareceu um carneiro para que Abraão pudesse oferecê-lo a Deus.

A história de Abraão e Isaque se destaca como uma prefiguração daquilo que iria ocorrer mais tarde na cruz. Deus providenciou seu próprio sacrifício. Ao contrário do que ocorreu com Abraão e Isaque, Deus não proveria para si um sacrifício. Ele próprio foi o sacrifício. Deus entregou a Si mesmo pelos nossos pecados quando deu o Seu Filho unigênito para morrer por nós.

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