quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Mantendo-se na Verdade

"Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" (João 4:24)

Os americanos nunca foram tão espiritualizados, nem tampouco tão imorais. Uma pesquisa feita em 2009 pelo Grupo Barna concluiu que "cada vez mais os americanos estão mais interessados na fé e na espiritualidade que no cristianismo." Segundo o estudo, os americanos estão agora criando a sua própria definição de fé.

- E porque não? Agora que vivemos na era do iPod, iPhone e iPad, por que não o iGod (iDeus)? Mantêm-se o que se gosta e joga-se fora o que não se gosta. Se eu acredito num Deus de amor, perdão e misericórdia, então eu aceito isso. E se eu me ofendo com o ensino bíblico de um Deus de santidade, de justiça e de juízo, então eu apago isso. Estamos efetivamente fazendo um Deus à nossa própria imagem. Como já foi dito, "Deus fez o homem à Sua imagem, e o homem retribuiu o favor".

O resultado é o relativismo moral, a crença de que não existem absolutos. O relativismo moral ensina que todos nós somos produtos do processo evolutivo, que fazemos nossa própria sorte, criamos nosso próprio destino, e somos todos basicamente bons. E se as coisas não forem bem, então é porque somos simplesmente produtos do nosso ambiente.

O mais irônico sobre aqueles que aceitam o relativismo moral é que eles são muito tolerantes com todos, exceto para com as pessoas que acreditam na verdade absoluta. Então, de repente, eles se tornam muito intolerantes. Não há tolerância em nossa cultura hoje para esse ponto de vista.

O relativismo moral pode soar bem na teoria. Eu tenho a minha verdade. Você tem a sua verdade. Sua verdade não é necessariamente a minha verdade. Mas como funciona isto na prática? E se nós removêssemos todos os semáforos, placas e sinalizações de nossas estradas? Seria o caos absoluto. E é isso que o relativismo moral está fazendo em nossa cultura hoje.

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