quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Oração Efetiva

"Certo dia Jesus estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: 'Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou aos discípulos dele'." (Lucas 11:1)

Jesus nos deu um modelo de oração que chamados de "Pai Nosso." Embora não exista nada de errado em orar repetindo essas palavras, a oração do Pai Nosso é mais um modelo, um formato de oração.

Jesus começou com “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu.” (Lucas 11:2). Agora, se tivéssemos escrito essa oração, diríamos somente “Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano.” (Lucas 11:3). Mas Jesus disse para iniciarmos com “Pai”, o que revela nossa necessidade por intimidade, proximidade.

“Pai nosso, que estás nos céus” fala da majestade, grandiosidade e poder de Deus. Falar “Santificado seja o seu nome” quer dizer que você está glorificando a Deus, dizendo que O adora, que reconhece a sua grandiosidade.

“Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu.” Significa que antes de fazermos qualquer oferta ou qualquer pedido, reconhecemos que queremos que seja feita a vontade de Deus mais do que a nossa própria.

O objetivo de uma oração é colocar a nossa vontade de acordo com a vontade de Deus. Oração não é tentar alinhar a vontade de Deus aos nossos desejos e vontades; oração é alinhar a nossa vontade à Dele. Então o que realmente precisamos nos perguntar é: “esta oração está de acordo com a vontade de Deus?” E como podemos saber isso? Através do estudo cuidadoso das Escrituras.

Se você tomar mais tempo para contemplar a grandiosidade de Deus, acredito que isso irá afetar as suas orações. Em algumas ocasiões, as suas orações podem ficar mais curtas. Em outras, mais longas. Mas certamente serão mais eficientes, porque você vai reconhecer que está falando com o Deus Todo-Poderoso.
Link para o texto original

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Começa Com o Povo de Deus

"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra." (2 Crônicas 7:14)

Muitas vezes, nós cristãos nos focamos mais com o que se passa no Palácio do Planalto ou na Casa Branca do que com o que acontece na Casa de Deus.

Em 2 Crônicas 7:14, Deus olhou para uma nação que estava tendo problemas e apontou o Seu dedo para o Seu povo. Ele disse: "Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra."

Não é uma resposta política que o nosso país necessita; é uma resposta espiritual. E a única resposta real é um despertar espiritual. Um renascimento deve atingir o Brasil.

Deus diz: "Se o meu povo [...]". Se quisermos virar uma nação, o povo de Deus precisa viver como deveria. A igreja no primeiro século abalou o seu mundo. E o que sabemos sobre eles? Sabemos que eram uma igreja obediente no ensino da Bíblia, na pregação do evangelho, e na oração. Então a pergunta que surge é: estamos assim hoje?

Infelizmente, acho que a resposta é não. Numa época em que precisamos envolver a nossa sociedade com a única verdade - a qual traz a esperança de transformá-la, muitos entre nós se afastam da resposta.

Um pastor escreveu um livro questionando o ensino bíblico sobre o inferno. Outro pastor disse recentemente que pensa que não devemos mais usar as terminologias "salvo" ou "nascido de novo" em nossa pregação porque a nossa sociedade não entende muito bem isso. E um blogueiro cristão popular questionou toda a ideia do evangelismo.

Nunca houve um momento em que foi para nós mais importante alertar as pessoas sobre a realidade do inferno e dizer-lhes que precisam ser salvas e nascer de novo. E sim, precisamos fazê-lo através do evangelismo. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Lembre-se de Agradecer

"Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano." (Lucas 17:15-16)

A Bíblia conta a história de dez homens que tinham muito a agradecer. Eles foram milagrosamente curados por Jesus. Antes disso, haviam sido completamente excluídos, estavam marginalizados pela sociedade. Estes homens tinham lepra, uma doença até então incurável. Não havia nada pior do que ser um leproso naquele tempo.

Se um homem fosse encontrado com lepra, ele não poderia mais ter nenhum contato com as pessoas saudáveis. Tinha que deixar a sua casa, família e amigos para viver separado deles. Então aqui estavam esses homens vivendo uma vida deplorável, solitária e isolada. Então eles ouviram falar de Jesus. Ouviram como Ele tinha tocado a outros e os curado.

Então eles clamaram ao Senhor e pediram por Seu toque de cura. Agora, esses homens estavam diante de Jesus em diferentes estágios de decadência. Suas roupas tinham sido arrancadas em um luto perpétuo. Suas cabeças esqueléticas estavam descobertas. Era exigido deles, de acordo com a Lei de Moisés, que gritassem: "Imundo! Imundo!" onde quer que passassem.

Mas Jesus não respondeu a eles com efeitos especiais ou mesmo um toque dramático. Ele simplesmente disse: "Vão mostrar-se aos sacerdotes" (Lucas 17:14). Então é isso que eles fizeram. E adivinhem só? Eles foram curados.

No entanto, apenas um decidiu voltar e dar graças. A Bíblia nos diz que ele era um samaritano, o que pode não significar muito para nós. Mas, normalmente, judeus e samaritanos não tinham boas relações uns com os outros. Os judeus desprezavam os samaritanos. No entanto, não foi um dos filhos de Abraão que vieram para dar graças; foi um samaritano. E ele foi elogiado por isso.

Somos tão rápidos para pedir ajuda a Deus, mas lembremos de ser igualmente rápidos em dar-Lhe louvor quando Ele nos atende.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O Jeito Certo de Orar

"Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no íntimo [...]" (Lucas 18:10-11)

Deus responde a toda e qualquer oração. Mas, achamos que não é assim, porque que às vezes Deus diz "não" à nossa oração e, simplesmente, não gostamos dessa resposta. Deus responde a toda oração com "sim, "não" ou "aguarde".

Então, como podemos ter as nossas orações respondidas de maneira afirmativa com mais frequência? Há algo que possamos fazer para que Deus diga "sim" em vez de "não"?

Podemos começar certificando-nos de que estejamos realmente oferecendo nossas orações a Deus. Você pode pensar: "Essa é a coisa mais besta que já ouvi. Toda oração não é para Deus?" Na verdade, não. Você nunca orou e sua mente começou a se dispersar? Enquanto você ou alguém ora, pensa: "Será que desliguei o ferro antes de sair de casa? Não sei se desliguei. Ah, preciso ligar para o Fulano. Sabe, para o almoço acho que vou fazer feijão..."

Você pode orar de olhos fechados e mãos juntas, mas não orar coisa alguma. Aliás, você pode orar de olhos abertos também. Na Bíblia, lemos sobre pessoas orando de olhos abertos, de olhos fechados, e de olhos para o alto. Encontramos pessoas de joelhos, prostradas de rosto no chão, e erguendo as mãos. Qualquer postura de orar é aceitável, mas o principal é que nossa oração seja para Deus.

Jesus contou a história de um fariseu que "orava no íntimo" (Lucas 18:11), querendo dizer que as orações dele não passavam do teto, pois não pensava no Deus para Quem ele se dirigia.

É por isso que, quando os discípulos disseram a Jesus: "Senhor, ensina-nos a orar", Ele começou seu modelo de oração com as palavras: "Pai! Santificado seja o teu nome" (Lucas 11:2).

Para que sejam respondidas afirmativamente com mais frequência, nossas orações têm de ser oferecidas a Deus.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Armas Espirituais

"Pedro, então, ficou detido na prisão, mas a igreja orava intensamente a Deus por ele." (Atos 12:5)

Martin Lloyd Jones disse: "De todas as bênçãos que temos com a salvação, nenhuma é maior do que esta: temos acesso a Deus em oração".

Pense um pouco sobre o desafio tremendo que a igreja do primeiro século teve. Eles não tinham base política, não tinham direito de voto no senado romano, e nenhum imperador romano simpatizava com eles. Os primeiros Cristãos não entravam em discussão com os pagãos; eles davam o exemplo através de suas vidas. O Cristianismo nunca tentou 'conquistar' o paganismo ou o Judaísmo superficial à força. Ao invés disso, os Cristãos do primeiro século lutavam pelos descrentes, viviam e oravam muito por eles.

Tudo isso porque reconheciam que suas armas não eram físicas, mas espirituais. Não lemos em lugar algum que os Cristãos se armaram e se revoltaram contra Roma. Os romanos tinham o exército mais poderoso do planeta naquela época. Os primeiros Cristãos basicamente disseram: "Vamos combater o fogo com fogo. Vamos reconhecer que isto é uma batalha espiritual, então vamos usar armamento espiritual."

Em Atos 12, os vemos encarando uma incrível dificuldade. Herodes executou Tiago, que foi um dos discípulos de Jesus e irmão de João. Então ele decidiu jogar Pedro na prisão. E o que a igreja fez? Tentaram destituir Herodes no trono? Não. Lemos que "a igreja orava intensamente a Deus por ele." (versículo 5).

Qual é o armamento espiritual que Deus tem nos dado para lutarmos as batalhas de hoje? É, essencialmente, oração e a proclamação do Evangelho.

O problema é não usarmos esse armamento. Utilizamos meios políticos, entre outros, para tentar resolver nossos problemas, e acabamos como uma pessoa tentando lançar fogo sobre uma floresta com uma arminha de brinquedo. Vamos usar as armas espirituais que Deus nos deu.
Link para o texto original

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

A Perspectiva Eterna

"Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno." (2 Coríntios 4:18)

Quando jovem, você acha que certas coisas são sempre boas, enquanto outras coisas são sempre más. Por exemplo, o sucesso é sempre bom, e as dificuldades são sempre ruins. Mas quando mais velho, você olha para trás e percebe que o sucesso realmente pode ser ruim para algumas pessoas. E dificuldades, na verdade, podem ser boas para outras. Você começa a ver as coisas de forma diferente. E, às vezes, as coisas que você achava que eram realmente boas acabaram sendo ruins. E as coisas que você achava que eram ruins acabaram sendo boas.

Como cristãos, temos que perceber que Deus está no controle de todas as circunstâncias que cercam nossas vidas. Deus toma todos os acontecimentos da vida, as coisas boas e as chamadas coisas ruins, e trabalha "[...] em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” (Romanos 8:28).

Também temos de perceber que Deus nos ama e está sempre olhando para o nosso eterno benefício, mesmo que o período pelo qual estamos passando seja difícil. Lemos em 2 Coríntios 4:17-18: "pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.”

Você é grato pelo que Deus lhe tem abençoado? Deu graças recentemente por sua saúde? Pela possibilidade de poder adorar livremente? Pelas roupas que veste e pelo teto sobre a sua cabeça? Precisamos dar graças a Deus porque há inúmeras coisas para agradecer.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Procurados: Criadores de Discípulos

"Então Barnabé o levou aos apóstolos e lhes contou como, no caminho, Saulo vira o Senhor, que lhe falara, e como em Damasco ele havia pregado corajosamente em nome de Jesus." (Atos 9:27)

Às vezes um novo cristão tem dificuldades em achar seu caminho nessa nova fé revelada. Ele precisa de alguém que fique ao seu lado e que o ame.

Um homem chamado Mark fez isso por mim. Após me tornar cristão nas dependências do meu colégio, ninguém chegou para mim e disse "Agora você é um cristão novinho em folha, Greg. Temos essa bíblia aqui para você. Você também deve começar a ir à Igreja." Ao invés disso, o sinal da escola tocou, e eu voltei para a aula.

Continuei com os planos para o fim de semana, que eram ir para as montanhas e fumar maconha, mas enquanto estava sentado nas pedras e me preparando para fazer isso, senti Deus falando em meu coração e dizendo que eu não precisava fazer aquilo. Apesar de não saber orar, pedi para Deus se tornar real para mim e me ajudar. E Deus respondeu a essa oração.

Quando voltei para a escola na segunda, um cara chamado Mark, que eu nunca havia visto antes, se apresentou para mim. Ele disse que me viu entregar a vida para Cristo no estudo bíblico da sexta-feira. Então ele me convidou para a igreja e, de um jeito direto, mas amoroso, ele não aceitaria um não como resposta. Assim, fui para a igreja com Mark. Comecei a ouvir a Palavra de Deus e minha vida começou a mudar.

Eu não precisava de um conhecedor da bíblia. Eu não precisava de um evangelista. Eu precisava de um amigo. E foi isso que Mark foi para mim.

Aqui está minha pergunta para você: Você pode ser um amigo para alguém? Pois nossa orientação não é somente pregar o evangelho, mas criar discípulos.
Link para o texto original
Receber os Devocionais Diários por email